"Em meio ao grande contingente de pessoas encontra-se o poeta deslocado, sem jeito, como se tivesse caído de para-quedas num espaço totalmente desconhecido e estrangeiro. É o "esgrimador" cônscio de seu papel como poeta da modernidade e que se prolonga em nossos dias, ao reconhecer a necessidade de se fazer homem comum, a andar pelas multidões para não ser devorado pelo sistema que os rege, sem deixar, no entanto, de observar, de procurar compreender e de assimilar o mundo que o cerca, para então poder apresentar-se e cumprir seu papel de transformador,"